
O Diário de uma República é um projecto de fotografia e teatro desenvolvido ao longo de dez anos.
A partir de residências artísticas, Nelson d’Aires e Augusto Brázio, juntamente com Fernando Giestas (dramaturgo e actor) percorrem diferentes territórios, recolhendo imagens através de uma prática de observação e deambulação.
O Diário de uma República é um projecto de fotografia e teatro desenvolvido ao longo de dez anos.
A partir de residências artísticas, Nelson d’Aires e Augusto Brázio, juntamente com Fernando Giestas (dramaturgo e actor) percorrem diferentes territórios, recolhendo imagens através de uma prática de observação e deambulação.
No ano seguinte, essas fotografias dão origem a uma peça de teatro original, criada de forma autónoma pela companhia Amarelo Silvestre.
Só depois da estreia de cada peça, as imagens são seleccionadas e reunidas nesta caixa, juntamente com os textos dramatúrgicos.
O Diário de uma República 2020-2030 constrói um arquivo sensível do país, não por síntese, mas por acumulação. Cada edição acrescenta uma camada a este corpo em permanente construção. Não para estabilizar uma memória, mas para manter em tensão as questões que atravessam o presente.

