Diário de uma República I
Que Teatro se fará a partir do que se vê?
Diário de uma República é um projecto de Teatro e Fotografia enquanto espectadores da vida quotidiana durante uma década.

Sinopse de um projecto para 10 anos

Fotografia © Nelson d’Aires
Que Teatro se fará a partir do que se vê?
Diário de uma República é um projecto de Teatro e Fotografia enquanto espectadores da vida quotidiana durante uma década. Uma reflexão artística sobre o que vão sendo as pessoas e as paisagens de Portugal entre 2020 e 2030.
Que Teatro resultará do acto de (nos) vermos realmente? Ver por querer. Sair para ver. As ruas, as pessoas, as casas, as coisas.
Ver o real já imaginando Teatro. Fotografar para prolongar o olhar.
Serão as imagens da República, em palco. Imagens fotografadas, com vida mais longa do que a vida efémera do Teatro, nas dimensões expositivas e editoriais deste projecto.
A Justiça será o tema foco da I edição de Diário de uma República, entendida no seu sentido mais amplo: a justiça das leis, das relações, das construções, da natureza, a justiça do nosso próprio olhar. Mantemos próximo um diálogo com Álvaro Laborinho Lúcio, sábio cidadão da República, para melhor nos orientarmos nos diferentes domínios desta temática.
As restantes edições deste projecto (2022-2030) debruçar-se-ão sobre outras temáticas fundamentais, a um ritmo de estreia de espectáculo nos anos ímpares, com excepção do último espectáculo, a estrear em 2030 como súmula dos quatro anteriores.
Fotografias de cena, Cine-Teatro Louletano, Loulé, ©Nelson d’Aires

Ficha Artística e Técnica
Direção Artística Fernando Giestas
Apoio à Direcção Artística Rafaela Santos
Fotografia Augusto Brázio e Nélson d’Aires
Interpretação Carla Galvão
Cenografia Henrique Ralheta
Apoio à Cenografia Carolina Reis
Apoio à Dramaturgia e ao Movimento Yola Pinto
Desenho de Luz Wilma Moutinho
Música José Pedro Pinto
Figurinos Rafaela Mapril
Colaboração Álvaro Laborinho Lúcio
Operação Técnica Ricardo Loio
Design Joana & Mariana
Documentação Videográfica Eva Ângelo
Apoio à Realização na Documentação Videográfica Mara Ana Krupenski
Documentação Fotográfica Nelson d’Aires
Equipa Amarelo Silvestre Susana Figueira Henriques, Marlene Ramos (Produção Executiva), Bóris Micael (Gestão Administrativa e Financeira), Rita Coelho (Mediação), Maria Inês Santos (Redes Sociais)
Criação e Produção Amarelo Silvestre
Co-Produção Cine-Teatro Louletano, Teatro Viriato, Teatro Virgínia e Teatro do Noroeste – Centro Dramático de Viana
Residências artísticas Funchal (Teatro Feiticeiro do Norte), Viana do Castelo (Teatro do Noroeste), Loulé (Cine-Teatro Louletano), Coimbra (Casa da Esquina), Viseu (Teatro Viriato), Nelas (Câmara Municipal de Nelas), Montemor-o-Velho (Citemor), Torres Novas (Teatro Virgínia)
Parceria As Casas do Visconde
Apoio República Portuguesa – Cultura/Direcção Geral das Artes e Câmara Municipal de Nelas
Classificação Etária M/16
Duração 75 min. aprox.





