Engolir Sapos
“Engolir Sapos” é uma reflexão artística, em forma de espectáculo de teatro para famílias, sobre preconceitos e sapos de loiça.

Em Portugal, existem entre 40 e 60 mil ciganos, uma minoria entre as maiorias. Em Portugal, existem entre centenas e milhares de sapos de loiça em estabelecimentos comerciais, uma minoria entre as maiorias dos produtos expostos. Os sapos existem para decorar. E para afastar. Ciganos.
Se um sapo incomoda homens e mulheres de carne e osso, um sapo incomoda-nos a todos.
Em palco estarão Pai e Filha. E sapos.

Fotografia ©José Alfredo
Carta para Ringo*
Meu Caro,
Encontrámo-nos por duas vezes para falar um pouco. Uma no Teatro Viriato e outra na Feira de Viseu. Dois belos sítios para as pessoas se encontrarem.
Encontrámo-nos porque um homem grande, o Carlos Vieira, da associação Olho Vivo Viseu, me falou da Vânia, sua filha. Isto porque eu falei ao Carlos do que estávamos a desenvolver: um espectáculo de teatro sobre preconceitos e sapos de loiça que haveria de estrear no Teatro Viriato. O nosso “Engolir Sapos”.
Os sapos de loiça de que falo são aqueles que vemos em inúmeros estabelecimentos comerciais das nossas cidades, como que a dizer: “Caro amigo cigano, aqui não és bem-vindo.” Como que a dizer tudo, sem dizer absolutamente nada.
*A propósito da estreia de Engolir Sapos no Teatro Viriato.

Ficha Artística e Técnica
Direção Artística Rafaela Santos e Fernando Giestas
Encenação Rafaela Santos
Dramaturgia Fernando Giestas
Interpretação Amélia Giestas e Ricardo Vaz Trindade
Música Ricardo Baptista
Desenho de Luz Jorge Ribeiro
Cenografia e Figurinos Henrique Ralheta
Apoio ao Movimento Leonor Barata
Apoio à Dramaturgia Jorge Palinhos
Assistente de Cenografia Carolina Reis
Registo Videográfico Eva Ângelo
Apoio ao Registo Videográfico Maria Ana Krupenski
Registo Fotográfico José Alfredo
Equipa Amarelo Silvestre Susana Figueira Henriques, Marlene Ramos (Produção Executiva), Carla Ramos (Gestão Administrativa e Financeira), Rita Coelho (Mediação), Maria Inês Santos (Redes Sociais)
Criação Amarelo Silvestre
Co-produção Amarelo Silvestre, Teatro Viriato, Centro de Arte de Ovar e Teatro Municipal do Porto
Residências Artísticas Teatro Viriato, As Casas do Visconde, Centro de Arte de Ovar, Citemor, Projecto 23 Milhas e ZDB
Parcerias Olho Vivo/Viseu, As Casas do Visconde
Apoio República Portuguesa – Cultura/Direcção Geral das Artes
Outros Apoios Patinter, Borgstena e Agrupamento de Escolas, Bombeiros Voluntários, Centro Social e Paroquial e Junta de Freguesia de Canas de Senhorim
A Amarelo Silvestre é uma estrutura co-financiada pela República Portuguesa – Cultura / Direcção-Geral das Artes (2023-2026)
Classificação Etária M/12
Duração 50 min. aprox.
Agradecimentos
Carlos Vieira, Ringo e Vânia Lourenço, Manuela Mendes, Marta Santos, Maria João Costa, Joana Falcão, Nélson Montoia, Catarina Nunes, Tamara Monteiro Soares, António Fernandes Pinto, Mara Maravilha, Bárbara Xavier, José Falcão, Sandra Oliveira, António Ramalho, Ana Paula Amaral, Franciane Maas, Aliosmann Ahmed, Cristina Baccari, Yann Thual, Ferrer Fernandes, Alexandra Oliveira, Cine Clube de Viseu e todas as pessoas que se disponibilizaram, generosamente, a partilhar vivências com a Amarelo Silvestre.











